Publicado por: Fernando | 3 de outubro de 2009

Rio 2016: comemorar e fiscalizar

Confesso que não esperava estar vivo para presenciar tal momento. Ver o Rio de Janeiro confirmado como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 foi uma experiência única. Fiquei feliz pela cidade, pelo povo brasileiro, e principalmente pelo Presidente Lula. Se teve algum vencedor nessa história toda, foi ele. Um cara humilde, de pouco estudo, dizem alguns, mas que conquistou mais pelo país em quase oito anos de mandato, do que um monte de intelectual babaca conseguiu em mais de um século. Suas lágrimas na festa de comemoração mostram o quanto nosso presidente é humano. Pena que 2010 está aí e Lula completará seu último ano no cargo máximo da nação.

Parabéns ao povo do Rio, ao povo brasileiro, que sediará agora dois eventos de primeira grandeza. O Brasil se tornará centro do mundo por dois anos, devido também à Copa do Mundo. Momento de aproveitar esses eventos e fazer nosso país desenvolver cem anos em cinco. Tarefa difícil, mas não impossível.

Caberá a nós, todos nós, fiscalizar cada ato, cada centavo gasto. O Pan foi uma vergonha nesse sentido, muito dinheiro gasto sem a devida satisfação ao povo, enquanto Nuzman e seus asseclas davam risada sem pudor algum. Há que se mudar o tratamento com a imprensa brasileira, tratada por vezes de forma ridícula durante o evento de 2007. O evento não é de Nuzman. O evento é do povo, brasileiro e mundial.

Tomara que a história seja diferente, e que os erros tenham servido de aprendizado. Que, de fato, o Brasil se afirme como uma das grandes nações do planeta.

Parabéns, Rio!

Publicado por: Fernando | 29 de setembro de 2009

2010 já começou!

Fotomontagem: TodoF1Blog.com

Fotomontagem: TodoF1Blog.com

A contratação do espanhol Fernando Alonso pela Ferrari deverá ser anunciada até o final da semana, em Suzuka, sede do Grande Prêmio do Japão, a ser realizado no domingo. A mais esperada negociação da Fórmula 1 desde a saída de Schumacher da equipe italiana, desencadeará uma grande troca de cockpits na categoria.

Alonso ocupará a vaga de Kimi Raikkonen,  e formará uma dupla pra lá de explosiva com Felipe Massa, recuperado do acidente sofrido em Hungaroring. Já o finlandês, campeão do mundo em 2007, reassumirá seu lugar na McLaren-Mercedes, e dividirá as atenções da equipe anglo-germânica com Lewis Hamilton, campeão de 2008. Seria a primeira dupla de campeões mundiais desde Senna/Prost, na mesma McLaren, em 1989, ou seja, há mais de vinte anos.

O atual número 2 da McLaren, Heikki Kovalainen, ficaria temporariamente desempregado. O fato de muitas equipes estrearem em 2010 (Manor, Campos, USF1 e Lotus), fará com que o Kova seja requisitado, mais por sua experiência que por aquilo que apresentou durante seus anos de Renault e McLaren.

O favorito a ocupar um dos cockpits da Renault é o talentoso Robert Kubica, que fez uma temporada abaixo da crítica, graças ao fracassado carro BMW. Romain Grosjean não mostrou nada muito diferente do que Nelson Ângelo Piquet fez em suas 20 provas pela equipe gaulesa. Tem mais chances de sair do que de ficar. E é aí que pode aparecer a chance de Lucas di Grassi, terceiro piloto da Renault.

A BMW  sai de cena como equipe, e assim deixa Nick Heidfeld desempregado. Mas pelas mesmas razões de Kovalainen, ainda pode arranjar um lugarzinho pra correr em 2010.

Situação complicada é a da BrawnGP. Button e Barrichello disputam o título dessa temporada, mas nenhum deles tem garantias de permanência para 2010. Com a provável aquisição da equipe de Ross Brawn pela Mercedes, a montadora alemã exigirá um piloto de seu país, vontade dos executivos mercedianos que vem desde Michael Schumacher. Assim Nico Rosberg assumiria um dos postos na equipe “marca-texto”, tirando, provavelmente a vaga de Rubens Barrichello.

Barrichello, por sua vez, não encerraria a carreira. Ao contrário. Mudaria para a outrora suprema, hoje decadente Williams, que deverá trocar os motores Toyota pelos propulsores da Renault para 2010, reeditando assim uma parceira vencedora (quatro mundiais de pilotos e cinco de construtores). Frank Williams e Sam Michael acreditam na mescla experiência-juventude, e devem promover o test-driver Nico Hulkenberg, campeão da GP2, ao posto de piloto titular, deixando o apagado Kazuki Nakajima desempregado.

Red Bull deverá manter seus pilotos, Sebastian Vettel e Mark Webber. Sua co-irmã Toro Rosso é uma incógnita. Assim como a Force India. Sem falar das equipes estreantes, até agora quatro, número que pode subir caso a Toyota confirme as especulações e deixe a categoria.

Não há dúvida. 2010 será um ano de muitas novidades. Um ano que, pra Fórmula 1, já começou.

Publicado por: Fernando | 27 de setembro de 2009

Barrichello: ficou (muito) difícil

Button, quinto. Barrichello, sexto. A BrawnGP praticamente garantiu o título dos Construtores. Uma performance apenas normal do brasileiro, contra uma ótima prova do inglês, contando com a estratégia infalível de Ross Brawn, por ter ficado no Q2. Ótimo resultado de Button. Rubinho, mesmo com a troca de câmbio (gerando perca de cinco posições no grid), batida no qualifying e prejudicado pelo apagão no motor Mercedes no pit stop, até que o sexto posto não ficou tão ruim, por todas as circunstâncias.

Um ponto a mais na conta do inglês, abrindo quinze pontos na liderança do Mundial de Pilotos, contra o brasileiro. Um ponto que pode fazer toda a diferença no final do campeonato. Com três provas a disputar (Japão, Brasil e Abu Dhabi), Barrichello teria que tirar cinco pontos por prova, e somar um a mais que o inglês, na classificação geral, já que Button lidera o primeiro critério de desempate: vitórias.

Difícil. Muito difícil! Impossível? Jamais. Mas, seja como for, mesmo que Barrichello seja vice-campeão (seria o terceiro vice do brasileiro), já se pode dizer que foi uma temporada de ouro de Rubinho. Em 2009, aos 38 anos, quando parecia estar tudo acabado, eis que o brasileiro renovou a própria carreira, e a chance de se afirmar com um dos grandes, mesmo sem ter sido campeão do mundo.

Publicado por: Fernando | 27 de setembro de 2009

Hamilton sobra e vence em Cingapura

Créditos: EFE

Créditos: EFE

Que corridinha sem-vergonha essa de hoje em Cingapura. Depois de grandes provas em Spa e Monza, a etapa de hoje do Mundial de Fórmula 1 me deu sono. Confesso que “pesquei” algumas vezes, e até que não perdi muita coisa.

Lewis Hamilton venceu de ponta a ponta e confirmou a supremacia imposta durante todo o final de semana. Mostra que Kovalainen, apenas sétimo, não tem a categoria de acompanhar o ritmo de seu companheiro na equipe McLaren. E evidenciou que o chassi equilibrado aliado ao motor Mercedes Benz forma um pacote vencedor. Tanto que a Force India-Mercedes, sensação das últimas duas provas, andou lá atrás, resultado esperado. Com esse ótimo final de temporada, a previsão é de que as Flechas de Prata sejam as grandes favoritas para 2010, provavelmente com Raikkonen substituindo o compatriota finlandês Kovalainen.

Timo Glock (Toyota) e Fernando Alonso (Renault) fizeram milagre com o carro que têm nas mãos, chegando em segundo e terceiro, respectivamente. Alonso  ainda marcou a melhor volta da prova.

Vettel, quarto colocado, poderia ter chegado em melhor colocação, mas sofreu com a punição, devido à perda do espelho retrovisor. Seu companheiro de equipe, Mark Webber, sumiu no campeonato, e abandonou a prova.

Decepção maior do final de semana: Ferrari! Raikkonen interrompeu a série de boas corridas e chegou só em décimo. Giancarlo Fisichella conseguiu ser ainda pior, décimo terceiro. Definitivamente, os italianos abandonaram o projeto do F60 e trabalham no projeto 2010. A Ferrari aguarda ansiosamente pelo retorno de Felipe Massa e a chegada de Fernando Alonso, que terão a difícil tarefa de desenvolver o carro do ano que vem. Salvo exceções (Raikkonen em Spa), o F60 não rendeu o esperado.

Kubica, fazendo suas últimas corridas pela BMW Sauber, chegou na oitava posição, marcando um ponto. Heidfeld, envolvido em acidente com Adrian Sutil, da Force India, o “canhão indiano”, abandonou.

Decepção ainda foi a performance de Nico Rosberg depois do primeiro pit stop. Tinha tudo para chegar ao pódio, e foi só décimo “péssimo” primeiro. Outro que já pensa em 2010, provavelmente na Brawn.

Brawn, Barrichello, Button… tema para o próximo post!

Resultados oficiais: GP Cingapura 2009

1º. Lewis Hamilton – McLaren, 61 voltas em 1h56min06s997
2º. Timo Glock – Toyota, a 9s634
3º. Fernando Alonso – Renault, a 16s624
4º. Sebastian Vettel – Red Bull, a 20s261
5º. Jenson Button – Brawn, a 30s015
6º. Rubens Barrichello – Brawn, a 31s858
7º. Heikki Kovalainen – McLaren, a 36s157
8º. Robert Kubica – BMW, a 55s054
9º. Kazuki Nakajima – Williams, a 56s054
10º. Kimi Raikkonen – Ferrari, a 58s892
11º. Nico Rosberg – Williams, a 59s777
12º. Jarno Trulli – Toyota, a 1min13s009
13º. Giancarlo Fisichella – Ferrari, a 1min19s890
14º. Vintantonio Liuzzi – Force India, a 1min33s502

Não completaram:

Jaime Alguersuari – Toro Rosso, 47 voltas
Sébastien Buemi – Toro Rosso, 47 voltas
Mark Webber – Red Bull, 45 voltas
Adrian Sutil – Force India, 23 voltas
Nick Heidfeld – BMW, 19 voltas
Romain Grosjean – Renault, 3 voltas

Publicado por: Fernando | 14 de setembro de 2009

Comentários sobre o GP da Itália

Créditos: Daily Mail/AP

Créditos: Daily Mail/AP

– Brilhante vitória de Rubens Barrichello. Valeu pelo sangue frio e pela estratégia de apenas uma parada. Button, segundo, adotou o mesmo número de paradas, mas, ao contrário do brasileiro, usou os pneus duros no trecho final. Não acredito que tenha feito diferença, Rubinho foi melhor que o inglês durante todo o final de semana. Méritos também de Ross Brawn e do motor Mercedes, o melhor da Fórmula 1.

– O terceiro lugar caiu no colo de Kimi Raikkonen. O finlandês computou 30 pontos nas últimas quatro corridas, mais que qualquer outro. Coincidentemente seu desempenho melhorou depois do acidente de Felipe Massa. Mas a Ferrari melhorou muito e hoje já é melhor que Red Bull. Na minha opinião só fica atrás de Brawn e McLaren. Quanto à Fisichella, por ser a primeira corrida pela Ferrari, se não foi excepcional, também não foi tão mal quanto Badoer. Se estivesse a pilotar a Force India, teria ido ao pódio. Acredito que em Cingapura, o romano virá ainda melhor.

– Por falar em Force India, Mallya está rindo à toa. Belo desempenho de Adrian Sutil e Vitantonio Liuzzi. Graças às evoluções do carro e ao motor Mercedes, a equipe indiana aproveitou a chance de ganhar pontos importantes e colocar seus carros e pilotos como destaques. Dizem que na próxima corrida, os indianos voltarão para o final do pelotão, mas espero que não. É sempre bom ver equipes menores brigando de igual para igual com as grandes.

– Uma pena a batida de Hamilton. Foi bem durante o final de semana, e o pódio seria um prêmio de consolação, depois da pole position. Tem evoluído no campeonato, uma pena que a McLaren cresceu tarde demais. Quanto à Kovalainen, sem comentários. Fará suas últimas provas pela equipe anglo-germânica, devendo deixar sua vaga para Nico Rosberg ou Robert Kubica.

– Red Bull caiu muito, e está quase fora da luta pelos títulos de pilotos e construtores. Deve voltar a andar bem em Cingapura, pista de média-baixa. Vettel apagado, e Webber, abalroado por Kubica, foram figurantes em Monza.

– Renault, Toyota, BMW, Toro Rosso, e principalmente Williams, dominaram o último pelotão, e só fizeram número na corrida. Com exceção dos bávaros, já estão com os planejamentos voltados a 2010.

Quatro corridas para o final da temporada, e o título ainda está em aberto. Certamente veremos um grande desfecho!

Publicado por: Fernando | 13 de setembro de 2009

Que fase, Barrichello!

Créditos: Daily Telegraph

Créditos: Daily Telegraph

Só os grandes vencem em Monza. Essa frase reproduz o grande momento vivido por Rubens Barrichello na Fórmula 1, coroado pela vitória no Grande Prêmio da Itália, hoje. Desde sua estréia, em 1993, passando pelas suas cinco temporadas na Ferrari, até hoje, próximo do final da carreira, o decano da categoria máxima do automobilismo está no auge. Está guiando muito mais que Jenson Button. Claro que o carro BrawnGP BGP001, empurrado pelo canhão Mercedes Benz, ajuda muito, mas o brasileiro está bem melhor agora do que no início da temporada. Se adaptou ao carro no decorrer do ano.

Com a vitória de hoje, a diferença entre Button, o líder, e Barrichello, segundo colocado, caiu para apenas 14 pontos. Uma diferença que já foi de 27. Faltam quatro provas para o final da temporada (Cingapura, Japão, Brasil e Abu Dhabi). É possível, porém pouco provável. Button deixou de completar somente uma prova (Spa). Além de Barrichello guiar muito e manter seu ritmo, seria necessário que o inglês deixasse de pontuar em pelo menos uma prova. Pela consistência dos carros da Brawn Mercedes, é difícil que isso venha a acontecer.

Mesmo que o título não vier, certamente é a melhor temporada da carreira de Rubinho. De desempregado, no início do ano, a postulante ao título no final da temporada. De criticado (até mesmo por este humilde blog) e achincalhado por todo o Brasil, passou a ser aclamado e admirado. Se supera mais a cada dia, e a idade parece contar somente a favor. Nem nos mais forçados filmes esportivos hollywoodianos seria possível ver histórias com a do brasileiro.

Superou o caso Ferrari/Áustria 2002, e cumpre sua missão, quase que no final da carreira. Faz com que os brasileiros tenham orgulho de seu trabalho. Ainda mais quando vemos o caso Piquet.

Parabéns, Rubinho!

Publicado por: Fernando | 9 de setembro de 2009

Ainda sobre a Renault F1

A imagem da equipe gaulesa já está manchada. A saída da categoria está em vias de ser anunciada. O Banco ING, maior patrocinador da Renault F1, já anunciou sua saída, ainda no início do ano. Fernando Alonso vai mesmo seguir para a Ferrari, junto com o Banco Santander, cujo acordo com a equipe italiana será divulgado em Monza, no final de semana. Restará aos franceses apenas o fornecimento de motores, para a Williams, já que a Red Bull deverá ter os propulsores Mercedes em 2010.

O líbano-brasileiro Carlos Ghosn, presidente da Renault, só precisava de um motivo para tirar sua equipe do paddock. Agora, os tem aos montes.

Será questão de tempo para mais uma vaga entre as equipes ser aberta na Fórmula 1. BMW já anunciou retirada, e Toyota também é cotada para deixar a categoria. Definitivamente, caso aconteça, a marca Renault fará falta. Picaretas como Briatore jamais deixarão saudades.

Publicado por: Fernando | 9 de setembro de 2009

Reflexões sobre o caso Piquet/Renault

Quando Rubens Barrichello abriu passagem para Michael Schumacher, no Grande Prêmio da Áustria de 2002, e quando o alemão devolveu a “gentileza”, deixando o brasileiro vencer em Indianápolis, no mesmo ano, o ato foi considerado por todos como o mais repugnante da história da categoria. Nenhuma punição foi imposta, nem aos pilotos, nem à Ross Brawn, então diretor de equipe, nem à Ferrari como instituição. Mas o jogo de equipe, de forma descarada, foi proibido, em nome da ética esportiva.

Em 2007, novo escândalo, dessa vez, espionagem, envolvendo trocas de informações o ex-projetista inglês Nigel Stepney, demitido da Ferrari, e Mike Coughan, projetista-chefe da McLaren. Foi descoberto que várias inovações aerodinâmicas desenvolvidas pela Ferrari foram copiadas pela arqui-rival inglesa. Descoberta a farsa, a equipe de Ron Dennis foi punida com uma multa recorde de US$ 100 milhões, além da perda do Mundial de Construtores, conquistado nessa mesma temporada. Mais uma vergonha para a história recente da Fórmula 1.

Porém nada se compara ao caso Piquet/Renault. Se confirmado, será a mais nojenta armação já realizada no esporte a motor. Pelo menos entre as descobertas. Um piloto, Nelson Piquet Jr., a mando de Flavio Briatore, seu chefe na equipe Renault, bater de propósito no Grande Premio de Cingapura, colocando sua vida e a de outros pilotos e espectadores, para beneficiar seu companheiro de equipe Fernando Alonso, ajudando o espanhol a vencer a prova, graças à entrada do Safety Car, devido ao “acidente” sofrido pelo brasileiro, na minha opinião, não deveria nunca mais pilotar um carro de corrida.

A justificativa para a tal farsa, segundo a revista inglesa Autosport, seria a renovação de contrato de Piquet, que estava então na corda bamba, com o time francês para a temporada 2009. Se imaginarmos o contexto, levando em conta que o brasileiro até então vinha mostrando talento, na GP2, além de ser assessorado pelo pai, o tricampeão Nelson Piquet, não dá pra admitir tal conduta.

Ainda segundo a Autosport, o caso vazou pelo próprio Nelsinho, por pura vingança, pelo fato de Jr. ter sido demitido no meio da temporada. Postura mesquinha, que mancha o então glorioso nome Piquet pra sempre no automobilismo mundial. Segundo a revista inglesa, Nelsinho teria o benefício da delação premiada, ao entregar todo mundo, a começar por Briatore e Pat Symonds, diretores gerais da Renault F1.

Não concordo. Todos os que participaram da farsa, incluindo Alonso, o maior beneficiado, devem ser banidos do automobilismo. Não existiria punição mais justa do que essa. Se quem usa doping é banido, mesmo que temporariamente, por que não agir da mesma forma em um caso de fraude asqueroso como esse?

Aguaremos o desenrolar dos fatos.

E assim caminham a falta de vergonha na cara e a mediocridade…

Publicado por: Fernando | 24 de agosto de 2009

Extrema unção para o futebol carioca!

Com base nos últimos resultados, classificação do Campeonato Brasileiro, desempenho geral das equipes, não precisa entender muito de futebol para afirmar: o futebol carioca está na UTI. Fluminense e Botafogo na zona do rebaixamento, Flamengo, quase lá.

Uma salva de palmas a todos os cartolas que jogaram aquele que foi o melhor futebol do Brasil na lama. Uma vergonha!

E assim caminha a mediocridade!

Publicado por: Fernando | 24 de agosto de 2009

Parabéns Barrichello! Ainda é possível!

Rubens Barrichello teve um desempenho excepcional no Grande Prêmio da Europa, nas ruas da belíssima Valência. Em nenhum momento perdeu contato com o então líder Lewis Hamilton, usou de tática correta, fez flying laps quando deveria, e também contou com a sorte, graças ao erro da McLaren no pitstop do atual campeão do mundo. Barrichello venceu com autoridade, e fez bela homenagem ao amigo Felipe Massa. Um mês depois do drama na Hungria, sem dúvidas, um belo presente, para Rubinho, Felipe, e por que não, para toda a torcida brasileira.

Jenson Button e os dois pilotos da Red Bull (Webber e Vettel) caíram muito de produção nas duas últimas provas. Em proporção inversa, a McLaren tem hoje o melhor carro da Fórmula 1, salvando uma temporada que seria catastrófica. Rubinho tem, e precisa aproveitar o bom momento, e acreditar que ainda é possível. A vantagem de Button para Barrichello, este agora vice-líder do campeonato, é de 18 pontos, mas já foi maior. Com mais 60 pontos em disputa, e já sem a supremacia do inglês da BrawnGP, é difícil, mas não impossível imaginar que Rubens possa brigar pelo título mundial dessa temporada. Só depende da regularidade de Barrichello. Se o brasileiro conseguir manter-se entre os primeiros, e se Button continuar a não render (apenas 11 pontos em quatro corridas), por que não sonhar com um brasileiro campeão mundial de Fórmula 1?

É possível!

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